segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Estou de regresso! Para contar novas histórias, para partilhar pensamentos, opiniões, ideias. Para rir e chorar sempre que for preciso e porque é bom emocionarmo-nos. É sinal que estamos vivos! 
Estou de regresso de umas férias inacabadas.Aliás, mesmo as que não são interrompidas, sabem sempre a pouco e nunca fazemos tudo o que inicialmente pensamos.

Estou de regresso porque como uma amiga me disse: “Tens leitores e gostamos do que escreves!”. Estou de regresso porque não quero desistir de escrever aquilo que me vai acontecendo diariamente e porque os silêncios encerram dias sem alma e é importante marcar todos os dias com algo que nos faça ter mais vontade de viver. E mesmo que não passem de meia dúzia de linhas, muitas vezes escritas à pressa, entre um afazer e um intervalo de uma reunião, ou até um momento antes de fazer uma apresentação. 

Estou de regresso porque na mesma medida em que é bom partir, também é bom regressar. E cada regresso é sempre diferente. Marca um ínicio. Ou uma continuidade. Mas é sempre algo novo. Como uma nova pele que se veste. Uma nova maquilhagem que se pinta. Um novo vestido que se estreia. Uma nova inspiração.

E ontem celebrei este regresso, dançando comigo mesma, num recanto de uma praia, entre um palácio de rochas, ao fim de um dia, em que o sol majestoso, com a espuma das ondas, refrescava as minhas pernas que davam saltos e reviravoltas, ao som da música que euforicamente saía do I-Pod que não é meu. Mas que ficou comigo porque tem as músicas que eu gosto e porque quem mo deu, não mo quis gentilmente tirar! Obrigada.

E enquanto passeava por aquela praia e olhava aquelas pessoas ao som de músicas que me enchiam a alma de boas energias, fiz as pazes com o pôr-do-sol que havia de chegar dali a duas ou três horas, agradeci a plenitude e a paz que estava a sentir e enchi-me de esperanças por mim e pela minha vida...por mais tortos que sejam, alguns dos caminhos que já trilhei. 

Concentrei-me apenas nas sensações que estava a sentir no momento: na alegria que a música me transmitia, na imensa vontade de cantar e dançar debaixo daquele sol ardente, refrescando-me nas ondas que vinham brincar a meus pés. Bastava-me apenas isso! Estava ali de corpo inteiro. Sem passado e sem futuro. Sem más recordações, sem erros, sem pedidos de desculpa, sem lagrimas, promessas, ou culpas. E decidi que era tempo de regressar. O tempo se existe é hoje. E é apenas isto que posso controlar!

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